l, equipa que, recorde-se, ainda não perdeu esta época. Apesar do 1-1 final não ser positivo, abre perspectivas para que o Benfica possa, no Bonfim, dar a volta a uma eliminatória (a quarta da Taça da Liga) que, devido a um golo irregular dos sadinos, logo nos instantes iniciais, provocou muita ansiedade entre os adeptos “encarnados”.Um duplo erro do árbitro e do seu auxiliar, logo aos 11 minutos de jogo, condicionou toda a partida da noite de sábado na Luz. De facto, é incompreensível que o juiz da partida (bem como o seu auxiliar) tenha permitido que Matheus tenha beneficiado de duas distintas situações de fora-de-jogo antes de, na mesma jogada, dar um toque que iludiu Quim, fazendo o golo com que os sadinos lideraram o marcador durante grande parte do tempo de jogo.
De facto, toda a estratégia colocada em prática por José Antonio Camacho (apostando em alguns elementos menos utilizados, tais como Zoro, Miguelito, Nuno Assis, Fábio Coentrão e Bergessio) acabou por ficar, desde esse momento, bloqueada, visto que os sadinos – que se têm destacado pe
lo futebol atraente exibido ao longo da época, o que lhes tem valido o selo da invencibilidade – se remeteram à sua defesa, acabando por complicar ainda mais a missão dos “encarnados”.Ainda assim, o Benfica cedo tentou reagir, aplicando um futebol rápido, realizado pelos flancos, e tendo em Bergessio (ponta-de-lança de serviço) o principal símbolo da combatividade demonstrada. Pena foi que o argentino não estivesse em dia “sim” em termos de pontaria, visto que teve três oportunidades claras e em todas elas acabou por não fazer melhor do que rematar por cima. Mas também Katsouranis, por volta da meia-hora de jogo, desperdiçou uma soberana oportunidade de golo quando, assistido por Nuno Assis, atirou, em zona privilegiada, para boa defesa do guardião sadino.
Ao intervalo, Camacho apostou em Dabao, retirando Coentrão e abrindo o sistema a um 4-4-2 que, a momentos, se transformava em 4-2-4. No entanto, por mais que o Benfica pressionasse e dominasse, raramente conseguia ganhar espaço para rematar. E o tempo ia passando... Camacho colocou, então, em campo Mantorras e Adu. E deu-se bem
, visto ter sido o norte-americano, no penúltimo minuto de jogo, a dar o empate ao Benfica, surgindo no bico da área e, de primeira, aplicando um remate cruzado de grande categoria, tendo a bola entrado ao poste mais distante. Curioso o facto de o norte-americano, tal como acontecera na Amadora, ter-se revelado decisivo no último minuto.Um belo momento a terminar um jogo de nervos e no qual o Benfica se pode dizer injustiçado, mercê daquele lance inicial que deu o golo aos sadinos. Ainda assim, com este empate, o Benfica tem todas as possibilidades de seguir em frente, bastando para isso que obtenha um bom resultado no Bonfim.
Sempre Benfica!!!













Na primeira parte bastaram 14 segundos para a formação encarnada inaugurar o marcador (remate cruzado de Arnaldo após assistência de Pedro Costa), mas o Sp. Braga não esmoreceu e ao intervalo perdia por apenas um golo de diferença, perante um Benfica pouco eficaz na finalização (o segundo tento benfiquista foi um auto-golo de Fabrizio). Na etapa complementar, a equipa benfiquista não entrou bem na partida, sofrendo o tento da igualdade logo no primeiro minuto deste período, na sequência de uma acção de contra-ataque dos minhotos. No entanto, não permitiu que o adversário se galvanizasse e, no espaço de 5’, Gonçalo Alves, com frieza no um contra um com o guardião adversário, marcou dois golos (22 e 28’). Contudo, ainda não era desta que o Braga “caía”, pois dois minutos depois do segundo de Gonçalo Alves, Bruno António reduziu depois de uma perda de bola de Ricardinho. O problema para os bracarenses é que Ricardinho esteve fantástico nos últimos 10’, arrasando por completo o Braga com golos, assistências e dois “cabritos” que puseram os adeptos em delírio (o melhor jogador português da actualidade apontou o sétimo e oitavo golos e Pedro Costa o sexto).














