ição plena de garra e materializada em dois golos nascidos no pé direito de Rui Costa e concretizados por Rodriguez e Katsouranis.O Benfica ficou, agora, a seis pontos do líder da Liga e pode viajar para Glasgow de consciência tranquila. Com esta atitude, o Benfica pode ter esperanças em vencer em casa do Celtic amanhã, em mais um dia de extrema importância na Champions.
Muito intenso, o Paços de Ferreira-Benfica cedo começou a empolgar os espectadores que acorreram em grande número à Mata Real. O Benfica, tendo nos regressados Nuno Assis e Rui Costa os criadores de jogo, para Rodriguez (pela esquerda), Maxi Pereira (pela direita) e Cardozo (único homem de área), entrou a todo o gás, deixando o primeiro aviso logo aos 19', quando Rui Costa desmarcou Nuno Assis pela esquerda e este deu de calcanhar para a entrada de Léo. Valeu, então, a intervenção de Peçanha. No entanto, após dado o aviso, veio o golo. E que golo. Rui Costa apontou um livre lateral com muito mel e Rodriguez deliciou-se, nas alturas, com a assistência, desviando de cabeça para o ângulo superior esquerdo da baliza pacense. Grande golo.

O Paços precisou apenas de oito minutos para responder. Pontapé de canto curto, com Cristiano a ultrapassar Nuno Assis pela esquerda, ganhando a linha e servindo o golo que Tiago Valente não desperdiçou. O Benfica sentiu o golpe e apenas 15 minutos depois voltou a criar perigo. Nuno Assis, em destaque nesta noite, a rematar de longe para as malhas laterais, o que levou muitos adeptos a gritarem golo, iludidos pelo efeito que a bola levou.
A segunda parte não roubou o bom futebol às equipas e o Benfica, com maior ou menor dificuldade, foi sempre a equipa dominante, embora revelando dificuldades em ultrapassar a muito organizada defesa pacense. Por seu turno, a equipa da capital do móvel mostrava que tinha em mente o contra-ataque, sendo disso prova o lance construído por Cristiano e desperdiçado por Ricardinho (remate ao lado), jogava-se o minuto 50. De qualquer forma, era o Benfica a equipa mais empreendedora no ataque. Como resultado disso, Léo quase marcou, aos 52', mas viu a aba do chapéu ser demasiada
mente alta. E que golo seria...A meia-hora do final, Camacho promoveu o regresso de Nuno Gomes à equipa, abdicando de Maxi Pereira e dando a Nuno Assis a tarefa de fechar o flanco direito. E até foi o 21 benfiquista a estar perto do golo, aos 69', quando, assistido por Cardozo, atirou forte, mas ao lado. E foi já com Di María e Adu em campo que o Benfica chegou à vitória, precisamente a cinco minutos do fim. Livre lateral de Rui Costa, toque de cabeça de Nuno Gomes, excelente defesa de Peçanha e Katsouranis, com a habitual eficácia, a atirar para a baliza deserta. O Paços ainda enviaria uma bola à barra, mas a vitória já não fugiria aos "encarnados".
O Benfica está agora a seis pontos do líder e prova que ainda tudo está em aberto no campeonato. O título é possível e só dependemos de nós!
Força Benfica!!!
















Na primeira parte bastaram 14 segundos para a formação encarnada inaugurar o marcador (remate cruzado de Arnaldo após assistência de Pedro Costa), mas o Sp. Braga não esmoreceu e ao intervalo perdia por apenas um golo de diferença, perante um Benfica pouco eficaz na finalização (o segundo tento benfiquista foi um auto-golo de Fabrizio). Na etapa complementar, a equipa benfiquista não entrou bem na partida, sofrendo o tento da igualdade logo no primeiro minuto deste período, na sequência de uma acção de contra-ataque dos minhotos. No entanto, não permitiu que o adversário se galvanizasse e, no espaço de 5’, Gonçalo Alves, com frieza no um contra um com o guardião adversário, marcou dois golos (22 e 28’). Contudo, ainda não era desta que o Braga “caía”, pois dois minutos depois do segundo de Gonçalo Alves, Bruno António reduziu depois de uma perda de bola de Ricardinho. O problema para os bracarenses é que Ricardinho esteve fantástico nos últimos 10’, arrasando por completo o Braga com golos, assistências e dois “cabritos” que puseram os adeptos em delírio (o melhor jogador português da actualidade apontou o sétimo e oitavo golos e Pedro Costa o sexto).











